do Gr. photós + páthos

Posted in filosofia by Paulo S. on 09/12/2011

Já houve uma vez na televisão, um senhor que me estava interrogando, de resto um homem muito bom, muito inteligente, e muito capaz: “O que é que o senhor pensa da morte?” Não penso nada, eu nunca morri. Tenho nada que me pronunciar sobre esse assunto. Deixem-me morrer, porque depois se houver alguma coisa e eu puder dizer, eu comunico para vocês, sou seu amigo… porque é que não hei-de comunicar, não é? Mais nada, não é? Não há mais nada a fazer, acho eu.

SILVA, Agostinho da, Agostinho da Silva – Ele Próprio, Corroios, Zéfiro, 2006, pp. 89-90.

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