do Gr. photós + páthos

«I want to give you my milk…»

Publicado em vídeo por Paulo S., em Maio 1, 2009

Uma nova versão (alargada) da música “Milk” do álbum Noah’s Ark

vídeo promocional

Publicado em revista, vídeo por Paulo S., em Agosto 29, 2008

vídeo concebido por Cristina Dias e João Cordeiro

Dirty Projectors

Publicado em vídeo por Paulo S., em Junho 25, 2008

confesso que neste registo mais “partido” (viola e vozes) e acústico gosto dos Dirty Projectors! As duas primeiras músicas são altamente viciantes!

there is a light that never goes out

Publicado em vídeo por Paulo S., em Junho 20, 2008

Oh Manchester, nothing to answer for. You made a happy man very old. Whatever happens…please don’t forget me.

o Rei no seu reinado final

Publicado em Filosofia, vídeo por Paulo S., em Maio 25, 2008

ao vivo no “International Hotel” em Las Vegas, 1970

 

Em criança algo me fascinava neste vídeo, ainda agora gosto de o ver e rever. Havia algo neste vídeo que se destacava e se diferenciava dos outros vídeos que davam na altura. É preciso lembrar que este vídeo é realizado durante 1970, e eu devo tê-lo visto pela primeira vez em 1985/6 (vou arriscar nesta data).

Basicamente eram os pormenores técnicos que me seduzia o olhar, os planos no meio da multidão para me fazer sentir parte da assistência, como um ter estado lá. Certos enquadramentos muito “fílmicos” e não tanto de “teledisco”. Breves planos a captar os sentimentos e manifestações das pessoas. O cuidado com a iluminação, etc. Hoje sei que este vídeo faz parte dum documentário de Denis Sanders com o nome de That’s the way it is.

Mesmo dizendo que ele nos seus espectáculos em Las Vegas se tinha tornado um Liberace, continuava a ser o rei. O promíscuo nos seus movimentos sexuados (a sua alcunha de “Elvis the pelvis” tinha o seu significado) dando ideias às jovens meninas que o poderiam ver ao vivo (histéricas) ou em aparições em programas de televisão. Em Las Vegas já não havia histeria alguma, as meninas deixaram de ser meninas, os sonhos deixaram de ser sonhos, e as ideias que Elvis propagava nos seus movimentos já não tinham alvo, a sua perícia física para efectuar tais movimentos era vista agora como acto de circo ou como parte de um movimento cultural histórico passado, sem qualquer efeito -o promíscuo- nas pessoas.

É sabido que ser artista residente em qualquer casino ou hotel de Las Vegas é uma sentença de morte na carreira (exemplos mais recentes são os de Cher, Prince, Celine Dion, etc.). Actuar todos os dias no mesmo casino/hotel é saber que a sua morte está lá, a cantar com ele no palco, e mesmo assim continua-se a cantar.

Eu vejo isto como uma pequena tragédia grega (se é que posso fazer esta definição diminutiva).

 

nota: antes deste documentário já Elvis em 1969 tinha estado com uma série de espectáculos no mesmo local, no “International Hotel”.

Lula Pena

Publicado em vídeo por Paulo S., em Abril 9, 2008

Adolfo L. C.

Publicado em Filosofia, diálogos, vídeo por Paulo S., em Fevereiro 1, 2008

Francamente… nem sei o que vos diga.

Se fosse uma espécie de Papa, que não sou, diria que estais com uma auréola muito estranha. Milagrosa. Porque apesar da chuva e da lama conseguis levantar poeira. Poeira!

Isto mesmo para um não-crente como eu, sobretudo para um não-crente como eu, é milagre!

Mas esperemos que não seja um milagre canonizado. Porque senão teríamos que ter a cada 14 de Agosto uma espécie de Fátima, com peregrinos e garrafões e Tonys Carreiras e quejandos. E não é isso que nós queremos, pois não?!

Então, não façam mais milagres. Não façam mais milagres! Não levantem mais poeira! Levantem lama! LAMA! Pois foi com a lama que se criou o mundo!

Adolfo Luxúria Canibal no concerto de Mão Morta ao vivo no Festival Heineken Paredes de Coura 2007

Beirut – Elephant Gun

Publicado em vídeo por Paulo S., em Janeiro 16, 2008
vídeo
quase, quase, quase,
quase, quase,
quase,
quase perfeito

vem que o amor é

Publicado em Filosofia, vídeo por Paulo S., em Dezembro 14, 2007

Tânia Carvalho interpretando Canção do Engate de António Variações

Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos

Tu estás só e eu mais só estou
Tu que tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta

Vem que o amor
Não é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás

Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia

Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
E a esperança foi encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada

visto no http://juramentosembandeira.blogspot.com/

Bonnie Bonnie

Publicado em Filosofia, vídeo por Paulo S., em Outubro 19, 2007

Your love is like a chunk of gold
Hard to get and hard to hold
Like a rose that’s soft to touch
Love has thorns, they hurt so much

Oh why, why
Must the same love made me laugh make me cry ?

Well, you think of love as sitting on a mountain
You think of it being a great big rock
Won’t you think before you start rolling down
Because once you start, you can’t make a stop

I’ve given all that I’ve got to give
And if you don’t want me, I don’t want to live

So why, why
Must the same love made me laugh make me cry ?
Must the same love made me laugh make me cry ?
Must the same love made me laugh make me cry ?