uma contracorrente

Arena (2009) de João Salaviza
Tomás da Fonseca no Orgia Literária

Crítica feita a uma das apostas da editora Antígona: http://orgialiteraria.com/?p=1406
A convite da Tânia, escrevi Idiopatias do Ser: representações várias do capitalismo para os MdM (Médicos do Mundo).

Apresentação: Neste breve ensaio o autor alerta para a naturalização do capitalismo nas sociedades pós-modernas, identificando-a como impulsionadora do afastamento humano do ser. A concepção do mundo e os seus conceitos (neste ensaio veremos 3 conceitos médicos) foram alterados, corrompidos por uma causa que se diz progressista.
Para ler basta seguir a ligação: http://www.medicosdomundo.pt/index.jsp?page=news&lang=pt&newsId=465
a minha estreia na crítica literária

O livro escolhido foi A América de Paulo José Miranda, podem ler em http://orgialiteraria.com/?p=1226
banda-sonora para este verão
Eis Márcia http://www.myspace.com/fraiseavantgarde

A minha música favorita até agora é a Um Passo
Não há coisa certa
Em mim
Só mora quem vem p’ra estragar o meu coração
download gratuito do EP: http://optimusdiscos.com/discos/mrcia
praza #02
O segundo número da praza já está na rua. Continua a ser uma das publicações periódicas que mais gosto. Vai muito de encontro com o que tento fazer com a entre o vivo, o não-vivo e o morto, mas no campo da fotografia (que é um campo onde me movo e me gosto de mover), e o grafismo meio “jornalesco” apraz-me. Sendo cada número temático, o #2 é sobre “Anónimos”. No começo do editorial, Vítor Boura Xavier (o director da praza) diz:
Não existe fotografia sem alguma coisa ou alguém, mesmo que esse alguém esteja desprovido de personagens ou representações. O anónimo, carregado de signos que se alteram como o leito de um rio, é sempre alguém que não vemos.

Editados e comprados em 2008:
Paulo José Miranda, América, Quetzal Editores
Marguerite Duras, O Amante (1984), oferta da revista semanal “Sábado”
Rui Manuel Amaral, Caravana, Angelus Novus
Slavoj Žižek, Lacrimae Rerum, Orfeu Negro
Vladimir Maiakovski, 33 Poesias, Quasi Edições
Luis Farrolas, ein moment bitte, CCCTV (oferecido pelo próprio)
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Comprados e lidos em 2008:
Enrique Vila-Matas, París no se acaba nunca, Editorial Anagrama, 2003 (oferecido pela Reyes)
Cormac McCarthy, Este País Não É para Velhos, Relógio D’Água, 2007
Allen Ginsberg, Collected Poems 1947-1997, Harper Perennial Modern Classic, 2007
Luis Buñuel, O meu Último Suspiro, Fenda, 2006 (oferecido pela Maria)
Eduardo Galeano, Futebol: sol e sombra, Livros de Areia Editores, 2006
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Os restantes… ou estão por ler ou foram mais uma compra.
2008, as mini-listas
as melhores capas de 2008 (design e não o seu conteúdo):

José Saramago, A Viagem do Elefante, Editorial Caminho

José Amaro Dionísio, Nada Serve, Editora Averno (Capa de Luis Manuel Gaspar)

Dennis McShade, Mão Direita do Diabo e Requiem para D. Quixote, Assírio & Alvim
Ilustração (aqui o conteúdo já pesou na decisão):


AA VV, Cabeça de Ferro, imprensa canalha; não consegui uma imagem da capa com suficiente dimensão.
Edições periódicas:

Op.; apesar de ser uma revista trimestral e este ano só ter saído ainda o #26 (Verão 2008), continua a ser a minha revista de eleição.
descobertas: PRAZA (não consegui arranjar capa)
entre o vivo, o não-vivo e o morto N2

O CEPiA – Centro de Estudos Performativos e Artísticos orgulha-se de apresentar o N2 da entre o vivo, o não-vivo e o morto. Projecto semestral que continua a trabalhar na divulgação e partilha de pensamento(s), tentando criar um espaço aberto e de publicação acessível.
Chega o segundo número da revista entre o vivo, o não-vivo e o morto, e com ele os textos de Fernando Machado Silva, Hugo Milhanas Machado (Prémio Literário José Luis Peixoto 2008), José Manuel Martins, Marta Bernardes, Rui Cancela, Sílvia Ramalho e Vítor Moreira. Uma entrevista a JP Simões conduzida por Gonçalo Frota. E onde todos os textos foram ilustrados por Isotta Dardilli (trabalhos que podem ser visto em www.isotype.it ou www.isottadardilli.com). As páginas centrais vão apresentar o trabalho de Tamara Alves.
Impressa em offset (processo antigo de impressão, que dá uma qualidade e predurância maiores) e desenhada por Isabel Bilro, a entre o vivo, o não-vivo e o morto está disponível por 3,50€ (portes incluídos); para isso basta enviar um e-mail para revista@cepia-web.org. Em breve anuncio os locais onde estará à venda, não por todo o país, mas por grande parte dele, espero.
praza #01

O conceito de “prozine” é-me recente no vocabulário, e foi-me introduzido pela descoberta da praza – prozine de fotografia contemporânea. É uma prozine semestral gratuita (distribuida pela zona norte: Braga, Gaia, Guimarães, Porto, Vila do Conde, Vila Real, V. N. de Famalicão e nas cadeias de lojas FotoSport, Las Kasas, FNAC). O seu director, Vítor Boura Xavier, explica no editorial da nº0 (Maio de 2008) que a praza «tem por objectivo divulgar a prática fotográfica contemporânea. Um lugar para o prazer de ver e ser visto mas também um convite à leitura, à reflexão e ao debate.». E eu fiz-me de convidado e participei na nº1 (Novembro de 2008) que tem como tema “outras realidades”.
Participei com um pequeno ensaio, que é o primeiro de um estudo, que estou a começar a trabalhar, sobre Fotografia e Cinema (isoladamente e na sua relação) e a noção, ou noções, de realidade (ou deverei escrever com letra maíscula?), isto numa definição muito sintética.
Sendo eu um adepto do design simples a praza fornece-me isso, para além de que as capas como conjunto funcionam muito bem (se continuarem a seguir a mesma linha de design das duas últimas). Dá vontade de coleccionar!
A questão não é: como posso eu alterar a realidade. Pois não pode ser assim tão fácil. A questão que cada um que fotografa tem que colocar é: como posso eu negar a realidade.
SERRA, Paulo, “Na fotografia: Outras realidades”, praza – prozine de fotografia contemporânea, nº 1 (2008), p. 3.
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