informação editorial

entre o vivo, o não-vivo e o morto
Direcção: Paulo Serra
Concepção gráfica e paginação: Sara Inglês
Periodicidade: semestral
Tiragem: 350 exemplares
Formato (mm): 170×235
40 páginas
3,50 euros
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Se a partilha de pensamento(s) sem uma organização temática ainda faz sentido. Se o dar a conhecer, às pessoas com que convivo, textos e outras pessoas pelos seus textos, faz sentido. Se isto tudo ainda faz sentido, então a revista “entre o vivo, o não-vivo e o morto” existe sentida.
Esta edição, para além de, e por ser, a primeira, será o exemplo de maior precisão da ideia originária da “entre o vivo, o não-vivo e o morto”.
Apesar da “entre o vivo, o não-vivo e o morto” ser semestral não tem uma duração para ser lida. Não lhe vamos dar uma velocidade, já chega! Ler é, entre muitas coisas, o quebrar da velocidade que nos é imposta diariamente e constantemente.Sara, Tó Zé, valter hugo mãe, Nuno: obrigado.
O jogo começou.
nome dos participantes e os títulos dos textos

Pedro Ferreira introdução ao perfilamento
Jaime Carvalho os olhos do puto
Lília Parreira narciso
António Carvalho filosofia e ecologia
Rui Alberto vida e obra de Matos Silvestre
Pedro Oliveira acerca da neo-totemização da relação povinho – selecção nacional de futebol
Célia Rocha a memória
A. Pedro Ribeiro as bacantes e o amor louco
Nuno Ramalho fantoches fantoche
Rui Alberto borboletaSS
António Carvalho abulia e grammé
A. Pedro Ribeiro bênção
Alexandre Nunes de Oliveira entrevista a Alexander Sokurov – a imagem como destino

entre o vivo, o não-vivo e o morto
Paulo Serra em colaboração com o CEPiA (Centro de Estudos Performativos i Artísticos) orgulha-se de apresentar a revista:
ENTRE O VIVO, O NÃO-VIVO E O MORTO

Revista que propõe, por 3,50 euros, textos originais com gente original. Textos com/de pensamentos, um pouco de poesia e finaliza com uma entrevista ao realizador russo Alexander Sokurov.
Os primeiros 30 assinantes têm direito a um exemplar do livro de João Gesta. A assinatura anual vale 7 euros.

Para adquirir a revista entre o vivo, o não-vivo e o morto basta enviar um e-mail para pjfserra@gmail.com com os seguintes dados: nome, morada e contacto telefónico.
identificas-te?
É estranha a forma como tanta gente se relaciona com a música: num momento abraça-se a diferença, para depois se defender a permanência, como se cada um procurasse um lugar de conforto para então fazer um mapa de todos os recantos e assim se defender da continuidade ou evolução, estabelecendo fronteiras com muros altos, não apenas para prevenir que algo saia, mas sobretudo para impedir que algo entre.
Parágrafo introdutório de Rui Miguel Abreu sobre o último álbum de Portishead na Op., #26 (Verão 2008), p. 22.
(o princípio do parágrafo seguinte já dá oportunidade a algumas resistências entrarem)