do Gr. photós + páthos

queria dizer mais mas agora não consigo

Publicado em Filosofia, Fotografia by Paulo Serra em Maio 16th, 2008

na casa de banho do departamento de filosofia da Universidade de Liège (Novembro de 2007)

fotografia tirada por mim desenho por um italiano, acho eu

 

há uma tendência, da parte dele, em endireitar as cabeças; mas o olhar, a “mirada”, ficou por desenhar.

Prenda

Publicado em tiras by Paulo Serra em Maio 13th, 2008

por Fruta (Luís Furtado)

 

prenda de aniversário do ano de 2004 (acho)

 

hello Paulo! Do you want to be my friend? Play football and hear Marco Paulo, together.

 

 

3ptico

Publicado em Fotografia by Paulo Serra em Maio 13th, 2008

 

esqueci-me de alguém? / queres acrescentar algum?

 

A proposta da Ariana foi:

 

geração XV

Publicado em geração by Paulo Serra em Maio 10th, 2008

Falling out of touch with all my
friends are somewhere getting wasted,
hope they’re staying glued together,
I have arms for them.

The National em Green Gloves

Peter Hujar

Publicado em Fotografia by Paulo Serra em Maio 9th, 2008

Candy Darling on ger deathbed, 1974

Susan Sontag, 1975

 

Paul Thek, 1975

Edwin Denby, 1975

 

self-portrait with string around neck, 1980

geração XIV

Publicado em geração by Paulo Serra em Maio 9th, 2008

We’re too young to fall asleep

Radiohead em my iron lung

Banksy

Publicado em Filosofia by Paulo Serra em Maio 8th, 2008

www.banksy.co.uk

Napalm (Artist’s Proof), Banksy, Screenprint on paper (50 x 70 cm), The Andipa Gallery, London, 2004

é isto, um respiro

Publicado em Fotografia by Paulo Serra em Maio 6th, 2008

é isto, um respiro de Paulo Serra, Évora, 30 de Agosto de 2006

Descrição: saco de plástico do hipermercado Feira Nova, contém (aproximadamente) 5/6 anos de snapshots, a cores, preto e branco, polaroids, todas cortadas a tesoura pelo autor.

Pedro Ferreira

Publicado em Filosofia by Paulo Serra em Maio 4th, 2008

ao vivo na S.O.I.R. Joaquim António de Aguiar, Évora, 23 de Julho de 2005.

 

Conheces a transformação fantástica? Sabes contá-la? Sabes porque me cubro de trevas? Sabes porque oiço a música celestial repetidamente? Será o adiamento? O sentido extremamente esperançoso que a mão eterna que atravessa mesas em busca de copos não pare de repente após a imprevisão.

Só a reprodução ou a seda despojada de uma ideia de entretenimento ou beleza. Só a seda ou a reprodução. Serei eu um filho fabricador de pais? Pertenceremos nós, os que vivemos, ao mesmo a que pertencem os mortos? Porque morrem. E porque morrem os vivos quando acordam da vida?

E a seda escorre salivarmente, e cria um rio onde como uma cama os barcos navegam em fila, e os pais observam os filhos e os filhos transformados em pais observam-se a si próprios e aos seus filhos que se observam a si próprios e se transformam em pais observadores de filhos que se transformam, que navegam sobre as águas, que nascem e morrem repetidamente, e nascem e morrem sobre as águas como pais e filhos, transformando-se. E deixam de morrer porque nascem filhos com pais intrínsecos que se transformam.

Eu estilhaçarei o meu corpo sob um corpo viúvo.

Eu estilhaçarei o meu corpo sob um manto de seda.

E a seguir eu cuspirei a saliva que engoli em forma de outra coisa.

E a saliva vomitarei desde as unhas dos pés até às unhas das mãos, finalizando nos dentes e no cabelo.

E a saliva escorrerá como luz durante vários dias seguidos até estar totalmente dura como o vidro e eu lá dentro afogado.

E nesse instante haverá silêncio - o momento quase solene da última claridade.

 

para a Maria

Publicado em diálogos by Paulo Serra em Maio 2nd, 2008

 numa das páginas do “Doutor Jivago” de Boris Pasternak, Chris McCandless escreveu «happiness only real when shared»

em Into the Wild, Sean Penn, 2007