I gave you, Bonnie “Prince” Billy
I gave you a child, and you didn’t want it
Thats the most that I have to give.
I gave you a house, and you didn’t haunt it
Now where am I supposed to live.
I gave you a tree and you did not embrace it
I gave you a nightmare and you didn’t chase it
I’d give you a dream and you’d only wake from it
Now I’ll never go to sleep again.
I’d give you a treasure and you’d only take from it
Look at the hole where jewelry had been
Baby oh baby
Why must you escape from it
This love that we once called our friend.
(hoo ooo, ooo. hoo ooo ooo…)
I gave you my body and you ate aplenty
I gave you ten lives and you wasted twenty.
Now I’m standing empty, helpless and bare, without a morsel left of me to give
And you, you have vanished, into the air
The air in which I must live
“my friends wear different faces but the same dress” em Barcelona

O vestido é o que me une a eles, é o ponto de contacto entre eles (existente ou não). O vestido sou eu (com ou sem brilho). Renuncio a técnica para começar a sentir. Renuncio a velocidade que a sociedade me impõe, vestindo o vestido. O pathos está lá – a concepção de uma relação de amizade distorcida: “my friends wear different faces but the same dress”. Renuncio a técnica mas dela não posso fugir.
A Associação Cultural Carapau de Corrida tem o prazer de vos convidar a “ver e olhar” a nossa mais recente proposta numa parceria com A Casa Portuguesa.
“My Friends Wear Different Faces But The Same Dress”,uma serie de 7 fotografias da autoria de Paulo Serra, insere-se na exposição colectiva “Arte em Casa 4.07″ que pode ser visitada entre os dias 14 de Agosto e 16 de Setembro n’A Casa Portuguesa, Carrer Verdi 58.

«Paulo Serra nasceu em Évora num bairro politicamente incorrecto. As suas fotografias estão longe de repor uma moral perdida pois elas, tal como ele, estão empenhadas em procurar a beleza (e não a moral) dos entes, dos factos e das coisas. Através de casamentos nem sempre prováveis entre a técnica, o contexto e o elemento fotografado, as suas imagens sugerem mundos diferentes do nosso, mundos que de tão distantes provam estar mesmo aqui ao lado onde somos incapazes de os ver.»
Por João Cordeiro
«A sua fotografia, está muito para lá do registo. É um captar de sentimento, o mais cru que daí advém. Quer a sinceridade. A autenticidade. Está também muito ligada à sua personalidade. Posso dizer que é uma fotografia de braços abertos.»
Por Pedro do Ó
música para a minha despedida